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[SEMINÁRIO] II SEMINÁRIO DISCENTE DE SOCIOLOGIA - JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL NA AMAZÔNIA MARANHENSE: SUJEITOS, TERRITÓRIOS E CONFLITOS. de 26/11/2026 a 27/11/2026

Do curso de Pós-Graduação em Sociologia (UFMA- Imperatriz) e  do Curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Humanas/ Sociologia, UFMA, Campus Imperatriz, pretende-se refletir sobre educação e interseccionalidades na amazônia. Trata-se de pensar os múltiplos processos e formas de opressão sobre as subjetividades, no contexto educacional da Amazônia brasileira, especialmente, em suas expressões no território maranhense, cujas características trazem as marcas sociológicas da fronteira (Martins, 2019). 

No novo cenário social e político brasileiro, após o suspiro democrático com a eleição de Luís Inácio Lula da Silva, em 2022, após quatro anos de ameaça autoritária vivida de 2018 a 2022, e a intentona golpista de 08 de janeiro de 2023, tem-se evidenciado a continuidade de retrocessos na agenda progressista dos movimentos sociais que ainda se encontram sob ataque. As discussões sobre uma pretensa “ideologia de gênero”, inclusive gerando proibições legislativas ao uso do termo “gênero” nas escolas, foram levadas a cabo nos últimos anos por setores reacionários e tem representado violência extrema contra as pessoas e os movimentos LGBTQIAPN+, contra as mulheres e ao movimento feminista. Nesse sentido, também tem-se assistido ao recrudescimento do racismo e do morticínio das pessoas negras e indígenas, além da criminalização de todo o movimento social brasileiro. 

Com as Universidades não foi diferente, inúmeros ataques foram desferidos, ora direcionados à liberdade de cátedra dos professores, ora direcionados àqueles professores progressistas. A educação brasileira está em risco e com ela os setores populares associados às lutas sociais, de gênero e diversidade. Daí a importância do tema: JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL NA AMAZÔNIA MARANHENSE: SUJEITOS, TERRITÓRIOS E CONFLITOS.. A partir desses eixos, pretende-se discutir os desdobramentos desse cenário reacionário na Amazônia e nas suas expressões no território da Amazônia Maranhense, com vistas a produção de conhecimento e possíveis respostas à violência que tem assolado os segmentos mencionados.